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Promovido pela MPI, evento ocorreu no dia 15 de maio, no WTC
Convention Center, em São Paulo e mostra que gastos de empresas
com eventos não é supérfluo, mesmo no atual cenário econômico.
A crise financeira afetou também o segmento de eventos
corporativos e deve mudar a forma de produzir esses encontros
daqui para frente. Um foco maior em mensuração de resultados vai
ser a premissa das grandes companhias antes de investir nessas
ações de relacionamento. Esse será um dos temas que devem ser
discutidos no seminário O futuro dos eventos nada será como
antes no cenário pós-crise, promovido pelo capítulo brasileiro da
MPI Meeting Professionals International entidade mundial que
procura disseminar as boas práticas na preparação de eventos. “É
uma excelente oportunidade para que o mercado possa compreender
melhor este momento e fazer projeções seguras para quando a
situação voltar ao normal”, explica Ricardo Ferreira, diretor da
MPI.
Estarão presentes especialistas internacionais e importantes
executivos brasileiros, como Paulo Zottolo, CEO da Maior empresa
do GRUPO ABC, de Nizan Guanaes -, João Ciaco, diretor de
publicidade e marketing de relacionamento da Fiat, e Alexandre
Caldini, diretor-superintendente do Grupo Exame, da Editora Abril.
A perspectiva internacional ficará a cargo de Didier Scaillet, VP
Global Development da MPI, e de Padraic Gilligan, diretor geral da
Ovation, uma das maiores empresas de eventos do mundo, com sede em
Dublin, Irlanda.
Além de apresentar tendências e como as empresas estão
administrando os investimentos em eventos, os debatedores
mostrarão qual é a postura atual dos profissionais responsáveis
pelo planejamento estratégico das companhias. “Hoje, cada vez
mais, é essencial mostrar a importância da mensuração de
resultados e valores pré e pós eventos (ROI)”, analisa Elizabeth
Wada, diretora da MPI.
Fonte:
Google
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